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Gare do Oriente, Médio

Dois arquitectos portugueses emigram para o Reino da Arábia Saudita. Um escreve (às vezes também esquiça), outro fotografa.

Gare do Oriente, Médio

Dois arquitectos portugueses emigram para o Reino da Arábia Saudita. Um escreve (às vezes também esquiça), outro fotografa.

Sunny, sim senhor, beaches enfim. Marisque há, estamos à beira-mar, mas não é grande coisa, vem sempre carregado de molhanga, às vezes num saco. Um simples pires de camarão cozido, com sal e limão, é uma cena que não os assiste. Voltemos à praia. Até agora, as melhores que frequentei foram nas ilhas Farasan. Desertas, areia fina, água cristalina e mais quente que no Sotavento Algarvio (suponho que é necessário frisar que é o Algarvio, para o distinguir de outras (...)
Vicissitudes da vida de expatriado, este ano não deu para ir à terra no Natal, já tinha acontecido em 2015. Mas desta vez, não podendo o expatriado ir à terra, veio a terra ao expatriado. A Arábia Saudita já emite vistos de turismo, portanto veio a prole passar o Natal ao Médio Oriente. Como pertence. A Arábia mudou, e muito, desde o último Natal que aqui passei. Há Winter (...)
Se bem me lembro, foi em Dezembro. 6 de Dezembro de 2016. Ao fim de 9 meses, os jantares na Thalia já não eram o ponto alto de uma semana que em tempos tinham sido. Eis senão quando um grupo de colegas de trabalho decide organizar uma ida até ao Edge of the World. O Google Maps dava indicações até ao local mas sabíamos que os nosso carros da empresa não iam aguentar tal jornada. Foi então que então que decidimos alugar veículos todo o terreno. Toyotas Fortuner, mais (...)
“Do alto dessas pirâmides 40 séculos vos contemplam”. Terá dito Napoleão aos seus soldados, antes da Batalha das Pirâmides. E portanto lá ficaram entretidos, esses vetustos sólidos platónicos, a contemplar  enquanto os cavaleiros mamelucos eram desfeitos pela artilharia francesa. Mais de 224 anos depois, um português tem que passar 5 dias no Cairo, nos escritórios de um consultor. Primeira dica: Se tiverem que viajar de Jidá para o Cairo, de avião, vale a pena investir (...)
Li em tempos que o desenho da torre Faisaliah era inspirado na tão tradicional “ball pen”. Daí a famoso bordão promocional da mui afamada Bic me assaltar o pensamento quando a vejo. Foi presença de muitas manhãs no meu caminho para o escritório. Mas acho que nunca fomos íntimos. Sempre teve o seu que de princesa, alguém que entra na sala, avalia a concorrência e não sente ameaças ao seu protagonismo. Já não é a rainha do horizonte na capital mas mantém a altivez de quem (...)
E aprecia-se a paisagem. O meio é o lazer. Riade está no meio do deserto, são mais dados ao campismo (mas fora de parques, não são selvagens). Daí que, em Jidá, naturalmente, a coisa se incline mais para as actividades náuticas. Há passeios de barco, mergulho, motas de água e afins.  E praias? Meh. Há duas hipóteses, ou pagas (frequentemente associadas a hotéis, tipo resort) ou de livre acesso. Em nenhum dos casos há extenso areal, e esplanada onde beber imperiais a ver (...)
Em 23 de Setembro de 1932, aconteceu um processo de "rebranding" do Reino. De "Kingdom of Nejd and Hejaz" para o nosso contemporâneo "Kingdom of Saudi Arabia".  Todos os anos o dia é celebrado por todo o reino com múltiplos eventos.  Este foi o primeiro ano que não estive em Riyadh durante as celebrações.  Desta vez assisti às acrobacias dos "Green Hawk's" na Corniche de Khobar.  E devo dizer que não desgostei.